O ESG das empresas acaba de ganhar uma nova lente: as crianças.
Foram necessários 2 anos desde sua proposição para que entrasse em vigor o ECA Ambiental, a Lei nº 15.512/2026, de 22 de setembro de 2026.
A gente fica entre sentir um gosto de avanço e a angústia de legislar o óbvio com atraso.
As crianças, constitucionalmente prioridade absoluta desde 1988, já vivem as consequências da ausência do direito a “áreas naturais ecologicamente equilibradas” - primeira dimensão do direito à natureza explicitada pela nova lei.
Para cumprir a legislação, green washing não será suficiente.
O texto convoca uma responsabilidade compartilhada entre todas as instâncias da sociedade - inclusive organizações privadas - para diminuir, na prática, a distância entre a distopia real e a utopia possível.
Parece enorme, distante.
Mas em seguida, fala de algo que nos é muito próximo: o direito ao VÍNCULO com a natureza.
Isso não deve esperar - é algo possível no agora através do exemplo, de vivências sensíveis, mediação profunda que conecte de verdade e desperte a consciência de que a saúde humana e a saúde planetária são inseparáveis.

Esse é um agir local que nos tira da paralisia e contribui com a mudança global.
É tão importante que está no topo do texto - o vínculo garante que as mudanças possam ser sustentadas individual e coletivamente.
Vemos nosso escopo principal de trabalho e seus desdobramentos agora descritos nos incisos da lei.
Seguimos cotidianamente no trabalho micropolítico de formiguinha até que a teoria bonita seja terra viva por entre os dedos de todas as crianças!
Soluções - semente
Vivências naturais e formações que promovem conexão profunda, consciência ambiental, regulação emocional, criatividade e saúde.
Para eventos particulares, corporativos, pedagógicos.






Comentários